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domingo, 11 de março de 2012

Globo - BBB

                                              Você já reparou neste logo?






                                            E nestes bichinhos do BBB?


Você concerteza já ouviu falar sobre o olho de Hórus.
 Pra quem nunca o viu está aqui.


 Por que será que as o logo do BBB é parecido com o logo da globo? E por que o avatarzinho tem apenas um olho?
 A história do olho de Hórus é a seguinte:
 OS EGÍPCIOS utilizavam vários amuletos protetores, tanto em vida quanto em suas múmias. Entre os mais antigos encontra-se o Olho Uedjat que já aparece no Império Antigo (c. 2575 a 2134 a.C.) e é um dos mais comuns em todos os períodos da história egípcia. Ele simbolizava o olho direito do falcão, isto é, de Hórus, o qual foi perdido durante a luta desse deus com seu tio Seth, que o fracionou em 64 partes. Entretanto, diz a lenda, o olho foi restaurado por Thoth. Além do olho propriamente dito, desenhado com traços bem marcados, o amuleto apresenta uma protuberância que reproduz a lágrima que normalmente brilha na face daquela ave de rapina. Podia ser feito de ouro, prata, granito, hematita, cornalina, lápis-lazúli, porcelana, madeira, etc. 

 
HÁ DOIS TIPOS DE uedjats: um que olha para a esquerda e outro que olha para a direita. Juntos representavam os dois olhos de Hórus, sendo que um deles era branco e o outro preto, segundo consta de um texto bem antigo. Também se interpretava o primeiro como sendo o Sol e o outro a Lua, ou como sendo Rá e Osíris, respectivamente. De maneira geral, para os egípcios, o amuleto que representava o Olho Uedjat possuia um poder mágico especial e, por isso, aparecia no espólio funerário. Reproduzido em todos os tamanhos — nos diz Elisabeth Delange — ele veio a ser um simples amuleto disposto sobre a múmia, uma jóia pendente no peito, ou ainda um anel funerário, multiplicado por todos os dedos das mãos, e até nas várias falanges ao mesmo tempo, como foi o caso da múmia do jovem rei Tutankhamon (c. 1333 a 1323 a.C.). O anel cuja foto vemos acima encontra-se atualmente no Museu do Louvre sendo sua proveniência desconhecida. Mede 1,42 cm de altura e 1,90 cm de largura e está datado do Império Novo (c. 1550 a 1070 a.C.)


 Nas histórias dizem ser o olho que tudo vê, aquele que se encontra ao topo da pirâmide na nota de 1 dollar. Seria visto pela N.O.M (Nova Ordem Mundial), como ''os poderosos enxergam você, e o que você faz''.

A LENDA DO OLHO SIMBOLIZA O CICLO DA LUA: Hórus, tendo perdido seu olho na Lua nova, é depois reconstituído são e inteiro na Lua cheia. Assim, o Olho Uedjat se torna o sinal da plenitude recuperada, da força, do vigor, da proteção, da segurança, da integridade física e da boa saúde. Nessas e em coisas semelhantes os egípcios pensavam ao usar esse amuleto, encarado provavelmente como o olho branco de Hórus, isto é, o Sol, como nós hoje pensamos em sorte ao usarmos um pé de coelho no chaveiro. Nos textos religiosos — ensina o egiptólogo Wallis Budge — usa-se com freqüencia a expressão "meh Uedjat", isto é, o "enchimento do Uedjat", e depreendemos claramente de inúmeras considerações que ela se refere ao Sol no solstício de verão; dessa maneira, o amuleto parece destinado a trazer ao seu portador força e saúde semelhantes às do Sol na estação do ano em que ele é mais poderoso. No capítulo CLXVII do Livro dos Mortos, extraído do papiro do escriba Nebseni, vemos essa associação entre a recuperação do olho pela divindade e a saúde do usário do amuleto. Ali o falecido recita:
O deus Thoth trouxe o Uedjat e o fez estar em paz depois que ele partiu, ó Rá. A tempestade afligiu-o terrivelmente, mas Thoth fê-lo descansar depois que ele se safou da tempestade. Sou são e ele é são; sou são e ele é são; e Nebseni, o senhor da piedade, é são.
CADA UM DOS ELEMENTOS DO OLHO UEDJAT, ou seja, a sobrancelha, a pupila, etc., serviam para formar uma fração do sistema numérico dos egípcios. Todos os pedaços reunidos formavam o Uedjat intacto, o número inteiro, a unidade recuperada e, por efeitos mágicos, o amuleto proporcionava a integridade física e a valentia do corpo. Quando Seth arrancou o olho de Hórus jogou-o para a orla do mundo. Nesse instante o céu noturno mergulhou em trevas. Isso simbolizava a fase da Lua nova, ou seja, a invisibilidade da Lua. O deus Thoth, protetor de Hórus, saiu à procura do olho e encontrou-o nas trevas exteriores, em pedaços. Essa é a fase do quarto crescente lunar. Trouxe-o de volta, juntou as partes novamente e formou a Lua cheia, sinal de que tudo estava bem novamente. De acordo com os textos funerários, Thoth exclamou:
Vim à procura do Olho de Hórus,
de modo que eu possa trazê-lo de volta e contá-lo.
Descobri-o
[e agora está] completo, contado e bem,
de modo que possa chamejar e subir ao Céu
e golpear acima e abaixo...








De fato o símbolo do Uedjat pode ser decomposto em pedaços como se vê na figura acima. Cada parte do olho representa uma fração que somadas resultam em 63/64, ou seja, aproximadamente um. Os egípcios acreditaram que o último pedaço (1/64) era mágico e não podia ser visto. Ao juntar as partes dispersas do olho, Thoth restabeleceu a ordem no mundo e proclamou:
Sou o que devolve o Olho Uedjat.
Sou o que aboliu sua opacidade, quando seu brilho foi prejudicado...
Sou o que devolve o Olho Uedjat
quando é salvo de seu infortúnio...
[de modo que agora tudo está bem] na casa da Lua.
 O logo da globo parece mais com um olho não? Seria um olho subliminar. O BBB também é outro olho que "Tudo VÊ", além do único olho do logo, a ''casa'' em si tem vários único olhos - as camêras que vigiam tudo o que as pessoas fazem por ali. É claro que tudo não paça de uma farsa enorme, mas que o povo acredita e fixa-se atentamente à TV. Será que a rede Globo faz parte de algum tipo de Conspiração Mundial? - Essas perguntas não deixam de ser caladas. PESQUISE

sábado, 10 de março de 2012

Rede Globo: poder e corrupção

Por João Gabriel Vieira Bordin, no sítio do Correio da Cidadania:


A recente declaração do ex-braço direito do imperador midiático Roberto Marinho, o executivo José Bonifácio Sobrinho, não deve nos impressionar. Trata-se de uma cortina de fumaça para camuflar a verdadeira natureza da Rede Globo: corrupta, monopolizadora, discricionária, obsedada pelo poder. Numa entrevista concedida para a Globonews, José Bonifácio Sobrinho, o Boni, comenta sobre a influência da vetusta platinada (como a Globo procura se apresentar ao público, ou seja, como incorruptível, de moral ilibada etc.) nas eleições de 1989, primeira após a abertura democrática. O episódio diz respeito ao último debate entre Lula e Collor, ambos candidatos ao segundo turno. A Rede Globo teria sido, segundo Boni, responsável pelas jogadas de marketing do então “caçador de marajás”, assessorando-lhe em coisas como retirar a gravata, plantar suores falsos e ostentar pastas vazias que supostamente continham denúncias contra Lula.
Tais alegações são risíveis. Não porque talvez não sejam verdadeiras, mas porque estão muito longe de representar a real história do quarto poder no Brasil. Na verdade, a relação promíscua entre a Rede Globo e o poder político e econômico vai muito além da maquiagem no pescoço e no semblante de um jovem Collor no auge de sua carreira política; vai muito além, portanto, da simples assessoria à imagem de um político. Roberto Marinho e seu canal de televisão participaram ostensivamente do poder político, imiscuindo-se diretamente nos rumos do Estado brasileiro tendo em mira interesses econômicos e ideológicos próprios. Parafraseando a confissão que, em certa ocasião, fez seu fundador, podemos afirmar que “sim, a Globo usa o poder”.

A ficha policial da Rede Globo é extensa, embora muita coisa esteja ainda escondida debaixo dos tapetes. De fato, ela já nasce fecundada pelo projeto ideológico imperialista estadunidense, interessado em conter uma possível contaminação da América Latina pelo socialismo soviético. A ascensão da Rede Globo ao canal de televisão mais poderoso da América Latina, em tempo tão diminuto, não teria sido possível se não fosse a injeção de um montante enorme de capital ianque na empresa, através do grupo Time-Life, durante a década de 1960. Os negócios entre a Rede Globo e a Time-Life não significaram apenas uma violação às regras econômicas impostas pela constituição brasileira, mas sim a criação de uma arma de propaganda ideológica burguesa e imperialista no Brasil. E Roberto Marinho manteve-se sempre fiel a essa orientação ideológica.


Todo o império midiático da rede Globo foi construído em harmonia perfeita com os mais de vinte anos de Regime Militar no Brasil. Uma declaração do general-presidente Médici, em pleno AI-5, expressa muito bem essa relação: "Sinto-me feliz todas as noites quando assisto o noticiário. Porque, no noticiário da Globo, o mundo está um caos, mas o Brasil está em paz". Não à toa, a Globo resistiu até o último minuto ao lado dos militares contra o movimento pela abertura democrática. Em janeiro de 1984, uma passeata na Praça da Sé, na qual compareceram mais de duzentas mil pessoas exigindo eleições diretas para presidente, foi noticiada pelo Jornal Nacional como se tratando de uma comemoração pelo aniversário da cidade de São Paulo. Hoje, a sempre vetusta Globo, pinta sua imagem como se fosse um exemplo de luta pela democracia e pela justiça.


Mas a ingerência da Globo nos processos político e social vai muito além da manipulação da informação. Sabe-se que pelo menos durante as eleições de 1982 Roberto Marinho partiu para a corrupção ativa – contudo, dificilmente este deve ser um caso isolado. O escândalo ficou conhecido como Proconsult, nome da empresa privada contratada para apurar os votos das eleições no estado do Rio de Janeiro. A Rede Globo teria se mancomunado com a empresa para fraudar o resultado da eleição para governador, fraude que, se não descoberta, teria levado à derrota de Leonel Brizola ante o candidato conservador do PDS, Moreira Franco. Até hoje a Globo nega que tenha participado de qualquer ato fraudulento na contagem dos votos no Rio de Janeiro, admitindo apenas que noticiou equivocadamente, e sem qualquer má-fé, a vitória de Franco sobre Brizola. Tanto a fraude operada pela Proconsult quanto a deturpação na veiculação do resultado da eleição foram conscientemente orquestrados por Roberto Marinho.


O mesmo pode-se dizer quanto às eleições de 1989. O papel da Globo na eleição de Collor foi o de empreender uma campanha de manipulação de dados, de difamação, de informações desencontradas, e assim por diante, contra Lula, que tinha, no segundo turno, chance real de vitória (o resultado final foi de poucos pontos percentuais de diferença a favor de Collor). O último debate foi deliberadamente manipulado pelos jornais da rede, favorecendo evidentemente o candidato da direita. Em que medida essa ação pesou no resultado das eleições é difícil determinar, mas é certo que deve ter exercido algum impacto real. Além disso, embora tenha sido este caso o único denunciado, é certo que muitas outras formas sutis de manipulação devem ter passado despercebidas.


Em suma, a declaração do antigo executivo da Rede Globo não nos deve enganar, retirando o foco da verdadeira questão. Roberto Marinho e seu canal de TV exerceram e, decerto, exercem ainda uma atividade criminosa no país, atentando contra a soberania nacional e à independência do Estado. Não se trata de uma influência indireta, mas direta e ostensiva, e que só terá fim com a extinção do oligopólio e com a democratização do espectro radiodifusor no país. O que devemos ter em mente é a necessidade de lutar por um novo marco regulatório no âmbito das telecomunicações. De fato, há um projeto nesse sentido sendo construído no legislativo, mas trata-se de uma nova forma de garantir os mesmos privilégios e a mesma estrutura corrupta e privatista.


A revelação de Boni deve nos lembrar que a Globo tem de acabar, ou pelo menos tem de se transformar em um canal de proporções modestas, concorrendo com centenas de outros canais no interior de uma radiodifusão democratizada.

Globo manipula até no Carnaval

Por Altamiro Borges, escritor


Muita gente achou estranha a baixa pontuação que a TV Globo deu para a escola de samba Gaviões da Fiel durante seu desfile no sambódromo de São Paulo. Para o blogueiro Eduardo Guimarães, a “enquete dos telespectadores”, que deixou a escola no sétimo lugar, foi manipulada e visou puni-la por sua homenagem ao ex-presidente Lula. Há quem desconfie desta avaliação.

O que dizer, então, da matéria da jornalista Keila Jimenez, do blog Outro Canal, hospedado na insuspeita Folha, sócia das Organizações Globo em outros empreendimentos da comunicação. Para ela, a emissora manipulou também o desfile do Rio de Janeiro:

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Globo foge do enredo sobre Olimpíada de Londres

Por Keila Jimenez

Pouca gente reparou, mas a Globo fez um grande esforço durante a transmissão do desfile da escola de samba carioca União da Ilha, na segunda-feira (20). A agremiação, que levou a história da Inglaterra para a Sapucaí, caiu em um assunto ingrato para a emissora: a Olimpíada de Londres, este ano, que a líder de audiência não irá exibir. Os direitos da competição são exclusividade da Record.

Durante todo o desfile, repleto de referências da cultura inglesa e da próxima Olimpíada, Glenda Kozlowski e Luis Roberto, que comandaram a transmissão da Globo, se apoiaram no final do enredo, que encerrava a passagem da escola falando da Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016. Diferentemente de Londres, os jogos do Rio serão transmitidos pela Globo. Diante da saia-justa, os narradores evitaram ao máximo falar da competição na Inglaterra, que será em julho.
Mesmo vendo foliões com bandeiras de “Londres 2012″, Glenda falava: “Olha aí os anfitriões de 2016!”. Procurada, a Globo não comentou o assunto.


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Ainda existe muita gente que acredita na isenção e neutralidade da Rede Globo. Mas, por interesses políticos ou comerciais, a poderosa emissora não dá ponto sem nó. Mesmo com a queda acentuada de audiência nas transmissões do Carnaval, o império da famiglia Marinho não muda a sua postura manipuladora. O uso do cachimbo entortou a boca de vez.


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A MANIPULAÇÃO DA INFORMAÇÃO

por Roméro da Costa Machado, escritor.


Certamente o leitor sabe que a Globo manipula informação e fabrica "verdades" nacionais de acordo com os seus interesses. Ora é apoiando a ditadura posicionando-se contra as "Diretas Já", mostrando o gigantesco movimento como sendo a festa de aniversário da cidade de São Paulo. Ora é interferindo na vida nacional editando o debate Lula e Collor, prejudicando Lula e beneficiando (elegendo) Collor. Ora é falseando a notícia do movimento pelas carteirinhas de estudantes, transformados em "Caras Pintadas" e criando o "Fora Collor", levando o país à comoção nacional e posteriormente seguido por toda a chamada "grande imprensa", pelo fato de Collor tentar (como presidente) destruir o império de Roberto Marinho, cortando toda a propaganda oficial da Rede Globo.
O leitor até sabe que o jornalista Hélio Fernandes batizou a Globo de "Supermercado", um balcão de negócios, onde o maior produto à venda é a notícia, e quase tudo mais está à venda. Mas o leitor sabe avaliar o alcance da interferência da Globo no noticiário nacional e o quanto há de manipulação em notícia veiculada pela Globo? Será que o leitor sabe mesmo identificar o que é notícia e o que não é?
No futebol, por exemplo. Você acha o Romário o maior jogador do Brasil depois de Pelé? Parreira é o melhor técnico do Brasil, por isso é o técnico da seleção? Zagallo é um vitorioso absoluto como jogador e como técnico?
Se você respondeu sim às três perguntas, é melhor avaliar melhor seus conceitos. Porque você está vendo demais a Rede Globo e está emburrecido com Galvonite Bueno aguda. Você está sendo manipulado pelas "informações" do torcedor Galvão Bueno (Torcedor sim, porque ele não é comentarista de futebol como Falcão ou Casagrande, não é comentarista de arbitragem como Arnaldo César Coelho e não narra o jogo como um Luciano do Valle. Apenas torce e interfere na política futebolística do país).
Romário, por exemplo, foi a maior, mais longa e mais desgastante campanha feita e bancada pela Rede Globo em torno de um jogador. Foi tanto o exagero dos interesses espúrios para fazer Romário jogar a copa do mundo que o assunto virou comoção nacional e quase que o técnico Felipão foi destituído do cargo por desobedecer a Rede Globo e não convocar Romário.
E quais as credenciais de Romário para jogar na seleção? Jogou no Flamengo onde o ídolo é o Zico. Jogou no Vasco onde o ídolo é o Roberto Dinamite. Jamais foi o grande ídolo dos clubes pelos quais jogou. Na Europa foi reserva e ficou no banco várias vezes até ser "devolvido" (vendido pela metade do preço) ao Brasil. Como artilheiro perdeu a artilharia para Dill, para Dimba, para Edmundo, para Washington e outros. Jamais ganhou uma Libertadores e jamais disputou um mundial interclubes. Não está entre os 50 melhores jogadores do mundo de todos os tempos e nem entre os 20 melhores jogadores do Brasil de todos os tempos.
Parreira é o técnico que nos cabe. Só isso, nada mais do que isso. Não podemos ter Telê, que está doente. Não podemos ter Felipão, que não quer mais a seleção da Globo. Não podemos ter o Wanderley Luxemburgo, porque a Globo não deixa (senão ela - Globo - faz campanha novamente, como fez, para tirar Wanderley da seleção). E aí... Sem poder contar com um técnico bom, temos que nos contentar com o que nos resta ou o que nos cabe, um Parreira qualquer, o técnico que chegou na seleção sem jamais ter ganho um campeonato brasileiro, sem jamais ter ganho uma Libertadores, sem jamais ter ganho um mundial interclubes. Todo o seu extenso currículo era um campeonatinho nas arábias, que ninguém viu. (Só foi ganhar campeonato brasileiro já em fim de carreira, após ficar desempregado, enquanto Felipão dirigia a seleção)
E Zagallo? Será que ninguém lembra da única copa que ele perdeu sozinho e não pôde voltar ao Brasil porque sua casa tinha sido apedrejada e ele corria risco de vida em aparecer por aqui? Surgiu como reserva do Babá, no Flamengo. No infortúnio do Babá, Zagallo virou titular. Na seleção era reserva do Pepe do grande time do Santos. No infortúnio do Pepe, Zagallo virou titular. A grande seleção de 70 foi toda armada e montada por João Saldanha. No infortúnio do Saldanha, Zagallo virou técnico titular. O grande título de Zagallo: Titular absoluto da desgraça alheia. Hoje em dia, sua maior proeza é fazer piadinha com o número treze: "Dane-se Zagallo", tem treze letras. Mas o "Dane-se" pode ser trocado por similar e continuar com treze letras.
Abra o olho leitor, raciocine, você anda vendo demais a Rede Globo, e raciocinando de menos, porque não há segmento de notícia, nem mesmo esportiva, que a Globo não manipule como se fosse informação.

"Princípios” da Globo chegam ao fim. Por que a Globo mente sobre os tais princípios?

A Globo divulgou a sua Epístola aos Parvos com os Princípios que guiam seu jornalismo. Isso foi no sábado. No domingo, o Fantástico provou que o Nunca Dantes e a Presidenta provocariam um choque de duas aeronaves em pleno vôo, sobre território brasileiro. Foi uma forma singela de saudar a nomeação de Celso Amorim. Na segunda-feira, desde o “Bom (?) Dia Brasil” até o jornal nacional, a Globo tratou de destruir o mundo com a crise econômica. No processo, se bem sucedida, destruiria o Brasil e a própria Globo.
(O jornal da globo não conta, porque, de todos os jornais do mundo, é o mais matutino.)
  Os Princípios da Globo se afogaram irremediavelmente já nesta terça-feira, quando a chamada do jornal nacional decretou a prisão de Clarice Copete, que foi vice-presidente da Caixa para assuntos de tecnologia. A Globo dentro de seus sacros Princípios, não quis saber da própria encarcerada se ela, de fato, num cárcere estava. Não ligou nem para o emprego ou para a cozinheira para confirmar o encarceramento. Afinal, Princípios são Princípios.
  No jornal nacional, na maiora cara de pau, a Globo reconheceu a pequena falha do sistema. Depois de provocar mal irremediável a vítima.
Esse Ali Kamel …




Paulo Henrique Amorim

Rede Globo mente, cotidianamente

Fotografia exibida pelo jornal nacional, da rede globo.
Acabei de ler um post sobre uma reportagem do jornal nacional. O assunto me interessou e assisti ao vídeo sobre as descobertas arqueológicas na região do cais do porto, no Rio de Janeiro. A matéria é curta, porém tem uma flagrante mentira, embora esta aparentemente tenha sido usada exclusivamente para dar uma face humana aos restos mortais encontrados. Porém muito cuidado com o texto da emissora a respeito de uma imagem. Pode não ser o que ela está dizendo.

Estas crianças na fotografia foram mostradas como vítimas da escravidão que chegaram ao Brasil em um navio negreiro. Sim, elas estiveram a bordo de uma dessas abominações flutuantes, mas foram resgatadas. Eram 95. Este registro é do dia 1 de novembro de 1868, no HMS Daphne, no litoral oriental da África. Este navio foi utilizado para evitar que mercadores árabes continuassem traficando escravos naquela região. Aliás o mesmo que os britânicos faziam nessa época, no Oceano Atlântico, contra os brasileiros e portugueses destruidores da dignidade humana em seu comércio repugnante.

Como eu sei isto? Já tinha visto uma gravura com esta mesma imagem. Como não sabemos tudo precisamos nos precaver. Numa reportagem não basta o que/quem, como, quando, onde e por quê. O principal é avaliar a quem interessa.

Não podemos confiar no que dizem. O que vemos se transforma no querem que vejamos. O impacto da visão e o sentimento resultante são manipulados pelo texto do apresentador. A imprensa, seja a privada ou a pública, tem um único objetivo: induzir-nos a acreditar que o seu produto é a verdade. Pode se utilizar de uma fraude aparentemente inocente como esta ou nos impingir uma gigantesca mentira.
Gravura sobre foto original de George L. Sullivan nationalarchives.gov.uk

quarta-feira, 7 de março de 2012

Você acredita que o homem foi à Lua?

Veja, agora, que interessante! Esta próxima foto não é da Missão Apollo 11. E sim da Apollo 17, que ocorreu três anos depois. Veja que parece que a NASA percebeu o vacilo de ter deixado os pés do Módulo Lunar colocados suavemente sobre o chão e resolveram tentar corrigir a falha, desta vez, afundando o pé do Módulo Lunar para que a foto se aproxime mais da realidade.

Na 6a expedição, o pé do Módulo Lunar aparece como deveria ser: afundado no solo da Lua.

Um visitante do site A Fraude do Século, que se identifica como KTF, um engenheiro que fez doutorado na área de Ciências Aeroespaciais na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, com vários professores e engenheiros que participaram do projeto Apollo da NASA, que teve a oportunidade de conhecer pessoalmente Neil Armstrong, nos brinda com um depoimento muito instigante! Ele diz que "no caso das pegadas e das marcas dos suportes do módulo lunar, se uma pegada feita por um astronauta pode fazer a marca indicada nas fotos, imagine a 'marca' que os suportes do módulo fariam no solo lunar. Não se observam estas marcas! O sistema de propulsão para frear o módulo teria feito uma enorme marca no solo devido à força dos gases (princípio da ação e reação). Como você observou, essas marcas não existem. Em segundo lugar, o 'piloto automático' não funcionou, segundo o relato de um professor que ajudou no projeto. O Filtro de Kalman teve que ser desativado por falta de ruído, e Neil assumiu o comando manual causando um grande impacto no pouso. Onde estão as marcas do impacto?" Segundo KTF, muitos norte-americanos acreditam piamente que o módulo pousou na Lua embora hajam alguns aspectos técnicos inexplicáveis. Segundo ele, que não acredita na versão oficial da NASA, a viagem à Lua provavelmente aconteceu, mas não o pouso no solo Lunar! KTF ainda diz que "Outro ponto, como você observou, é o tamanho do módulo lunar que não é consistente com o sistema de propulsão necessário para colocar os astronautas de volta em órbita lunar. Há muitos outros itens que podem ser contestados. Mesmo sendo um tecnocrata profundo conhecedor de muitos detalhes técnicos, não acredito ainda que o homem tenha tocado o solo lunar e retornado." Com certeza, KTF nos deu uma grande contribuição para que caminhemos rumo à verdade.
Parece que o filme A Fantástica Viagem, de 1966, que mostrava uma aventura dentro do corpo humano, inspirou a NASA a criar um filme de outra fantástica viagem três anos depois: A Fantástica Viagem do Homem à Lua. Analisando todos esses fatos, poderíamos até mudar a categoria do filme A Fantástica Viagem do Homem à Lua. Não o encontraríamos na seção de filmes de ficção científica ou aventura. Mas, poderíamos encontrá-lo juntamente com os capítulos da série Acredite Se Quiser!
Meu intuito em criar o site A Fraude do Século e escrever o livro de mesmo nome é mostrar a todos as dúvidas que pairam quanto às viagens do homem à Lua, destacando as incoerências das fotos e dados, levantando os indícios da possível não ida do homem à Lua bem como as contestações a esses indícios para que a verdade venha à tona.

Você acredita que o homem foi à Lua?

Veja, na primeira foto abaixo, como parece que até ajuntaram um montinho de terra antes de colocarem esse pé do módulo lunar onde ele se encontra. Agora, veja bem a segunda foto abaixo. Preste bastante atenção no formato do solo. Verifique que a terra está um pouco solta apenas ao redor do pé do Módulo Lunar parecendo que alguém trouxe esse montinho de terra de outro lugar possivelmente apenas para que este pé do módulo lunar não ficasse suspenso no ar e para que tudo ficasse bem arrumadinho na foto! Nesta Lua da NASA!... Nesta Lua dos Estados Unidos.
   
Indícios do Módulo Lunar não ter pousado na Lua.

Preste muita atenção, agora, nos pés do módulo e no chão que está bem embaixo da parte central do Módulo Lunar. Não há sinal algum de que o módulo tenha vindo do espaço, com propulsores potentes que provavelmente teriam feito grandes marcas embaixo do módulo. Do jeito que está na foto, até parece que o módulo foi colocado delicadamente nesse lugar.

Módulo Lunar da Missão Apollo 11. Você crê que isso voa?
Você crê que aí dentro há combustível suficiente para alimentar um propulsor capaz de colocar este módulo em órbita?

Abaixo, mais uma foto do Módulo Lunar, tirada mais de perto, facilitando a nossa visualização da existência ou não de grandes marcas no solo abaixo do propulsor.

Ausência de grandes marcas no solo abaixo do Módulo Lunar.

Em seguida, outra foto do Módulo Lunar, sem indícios visíveis da utilização de um propulsor. Além disso, a foto foi batida contra o Sol. Tente fazer isso aqui na Terra e veja se a foto sairá queimada ou não. Na Lua, a foto se queimaria mais facilmente ainda, tendo em vista que lá não há atmosfera. Na Lua, a luz solar incidiria com maior rigor e queimaria a foto.

Foto batida contra o Sol sem queimar o negativo.
Chão sem indícios de utilização do propulsor na hora do pouso.

Abra a foto acima e note também que há uma espécie de cartaz muito nítido colado ao Módulo Lunar com os dizeres "UNITED STATES". Batendo uma foto como esta, contra o sol, nunca seria possível conseguir enxergar tais dizeres! Tente fazer isso aqui na Terra e veja como a fotografia sairia queimada. Portanto, tudo indica que a foto acima trata-se de uma montagem muito mal elaborada com a assinatura mor dos "UNITED STATES".
E então? Está gostando das paisagens das fotos? É... realmente essas paisagens, tal como as paisagens do Deserto de Nevada, nos Estados Unidos, não é das melhores.

Você acredita que o homem foi à Lua?

Mais uma foto intrigante é esta abaixo, da bandeira dos Estados Unidos tremulando na Lua, num local onde não há atmosfera. E se não há atmosfera, não há vento! Como ela poderia tremular?

Buzz Aldrin junto à bandeira dos EUA tremulando na Lua, onde não existe vento.

A bandeira da foto acima não estaria recebendo um vento tão intenso a ponto de ficar esticada da forma mostrada. Note que, na parte superior da bandeira, há uma haste para mantê-la sempre esticada. Mas, como explicar que, mesmo nos filmes gravados na época, são exibidas imagens da bandeira tremulando? Segundo a NASA, devido à pouca gravidade existente na Lua e ao fato dos astronautas terem acabado de tocar na bandeira, ela teria ficado tremulando sozinha ainda por algum tempo.
 Veja também a quantidade de pegadas no solo "lunar". Porém, encontramos outro problema: normalmente, para que se forme a marca de uma pegada, teria que haver umidade no ar. Na Lua não tem ar! Muito menos umidade! Levando-se também em consideração a pouca gravidade da Lua para manter a poeira abaixada, seria praticamente impossível que se formassem pegadas tão bem definidas como estas abaixo, encontradas em milhares de outras fotos tiradas "na Lua". Uma pegada, na Lua, poderia se desmanchar assim que a bota do astronauta levantasse do chão, tal como acontece no fundo do mar, onde há umidade aos extremos.


Quer ver algumas pegadas mais de perto? Clique nas fotos abaixo para vê-las ampliadas.
       
Fotos de pegadas, que dificilmente se formariam na Lua, devido à ausência de umidade.

É ridículo e absurdo termos acreditado na ida do homem à Lua por tantos anos, por tantas décadas, sem questionarmos os detalhes dos acontecimentos.

Veja mais esta foto, cheia de penumbras, sombras em múltiplas direções, diversas pegadas e preste uma atenção especial na base do módulo lunar. Veja como parece que o módulo foi colocado delicadamente ali. Amplie a foto abaixo e note como são profundas as pegadas do astronauta na superfície lunar enquanto o pé do módulo lunar se mostra perfeito sobre a superfície, sem afundar. Nem parece que esse pé foi um dos responsáveis pela sustentação, durante uma queda, de um módulo de tantas toneladas.

Foto com penumbras, sombras em múltiplas direções, pegadas inconsistentes,
ausência de marcas profundas do pé do Módulo Lunar e
solo aparentemente molhado num local onde não existe água.

Não deixe de verificar também, na foto acima, como parece haver uma divisão no solo: a parte inferior da foto, cheia de pegadas, se assemelha muito a solos úmidos, mais fáceis de contraírem marcas de pegadas; enquanto a parte do solo ao fundo possui a aparência seca, praticamente sem pegadas.

Você acredita que o homem foi à Lua?

       
Indício de fraude: Aparentemente, trata-se de duas montagens feitas por pessoas diferentes.
A primeira foto mostra o tamanho da Terra mais próximo do real.
A segunda foto mostra o tamanho da Terra vista da Lua menor que o tamanho da Lua vista da Terra.


Se você não se contentou com o tamanho do planeta Terra visto da Lua nas fotos acima, tiradas durante a Missão Apollo 11, veja estas outras fotos abaixo com esses ridículos tamanhos da Terra, tiradas em 1972, na suposta expedição à Lua com a nave Apollo 17. Será que a NASA teria cometido a tolice de enviar os astronautas à Lua exatamente na época em que a Lua estaria mais distante da Terra, gastando mais combustível e criando mais problemas para o sucesso da viagem?
       
Desproporções no tamanho do planeta Terra, visto da Lua.

De acordo com a própria NASA, podemos verificar que a distância média da Terra pra Lua é de 384.400 km podendo variar de 363.300 a 405.500 km.
Portanto, mesmo se a viagem tivesse sido feita exatamente no momento em que a Lua estivesse mais distante da Terra, tal diferença não justificaria tanta disparidade no tamanho da Terra nas fotos acima.

Veja, abaixo, mais duas fotos que mostram sombras em mais de uma direção. Mais um detalhe: o que são as luzes existentes no canto superior esquerdo destas fotos? A NASA afirma que não se trata de iluminação artificial, tratando-se de um brilho que bate nas lentes da câmera fotográfica sendo refletido no fundo do interior da câmera, causando este "defeito visual" no filme, também encontrado em diversas outras fotos.
       
Edwin Aldrin ao lado de uma experiência do Vento Solar.
As sombras deveriam estar paralelas nas fotos, mas não estão.



Agora, note, nas fotos acima, como são perfeitas as definições das penumbras na roupa do astronauta Edwin Aldrin sendo que, na Lua, isso não deveria existir devido à ausência de partículas de atmosfera na Lua. As sombras na Lua deveriam ser totalmente pretas e não deveriam existir penumbras na Lua tendo em vista que não há gás algum sobre a superfície lunar, nem mesmo oxigênio. Penumbras como estas, perfeitamente visíveis na roupa de Aldrin, seriam impossíveis de existirem na Lua porque na Lua não há atmosfera. E são os gases existentes na atmosfera os responsáveis pelas penumbras no nosso planeta.
Quando digo que não há atmosfera na Lua, não sou apenas eu quem estou dizendo. É também a própria NASA! Segundo ela, não há atmosfera na Lua porque a gravidade lá é muito baixa. A gravidade na Lua é tão pequena que não consegue sequer reter os gases que costumam se formar em volta de um corpo celeste. Para comprovar que a própria NASA diz que não há atmosfera na Lua, basta acessar o site e ler o conteúdo do subtítulo The Airless Moon (A Lua sem Atmosfera). Assim, você também verá que a gravidade na Lua é seis vezes menor que a gravidade na Terra. E... relembrando... Se não há atmosfera, não há oxigênio, não há penumbra.
Esta, abaixo, é uma foto famosa, com boas penumbras:

Foto com penumbras que não deveriam existir na Lua.

Veja mais uma foto com penumbras extremamente acentuadas:

Buzz Aldrin não seria visível, na Lua, estando no meio de uma sombra.

 Só tem um problema: Edwin Aldrin está bem no meio da sombra do Módulo Lunar. Ou seja, seria para tudo ali estar completamente escuro, totalmente preto, devido à ausência das partículas de oxigênio e outros gases que não estão presentes no vácuo. Aldrin não deveria estar visível nesta foto.

Você acredita que o homem foi à Lua?


Como é possível construir um império baseado em mentiras.

Começarei e terminarei este texto com a mesma pergunta acima. Após ter acesso aos diversos indícios de fraude que abordaremos aqui, será muito difícil que uma pessoa continue acreditando na versão oficial que relata a viagem do homem à Lua.
Quando vemos alguém dizendo que não acredita que o homem tenha ido à Lua, nossa primeira reação é a de rejeição, de menosprezo a alguém tão alienado que não acredita em coisa alguma que comprove tal proeza científica; não acredita nos relatos históricos, nos vídeos que foram filmados nem nas milhares de fotos comprovando tal acontecimento histórico que acabou mudando os rumos da humanidade.
Mas, após conhecer os diversos indícios de fraude coletados por diversos pesquisadores ao longo de 4 décadas, o sentimento que você poderá ter será o de ter feito papel de palhaço, de ter sido feito de trouxa juntamente com o restante da humanidade, que acredita em tudo que aparece na televisão sem contestar o que está sendo mostrado e o que é dito.
De acordo com a versão oficial, em horário mundial UTC, às 13 horas e 32 minutos de 16 de julho de 1969, os astronautas Neil Armstrong, Edwin 'Buzz' Aldrin e Michael Collins partiram na ponta do foguete Saturno V, de Cabo Canaveral na Flórida, Estados Unidos, tripulando a nave Apollo 11 composta pelo Módulo de Comando Columbia e pelo Módulo Lunar Eagle na presença de centenas de milhares de pessoas que, pelas estradas e campos ao redor do Centro Espacial Kennedy, assistiam ao lançamento do foguete.
A Missão Apollo 11 foi a quinta missão tripulada do Programa Apollo da NASA e teria sido a primeira a pousar na Lua. Após quatro dias de expedição, sob o olhar de milhões de telespectadores em todo o mundo, o Módulo Lunar teria tocado a superfície lunar e Neil Armstrong teria sido o primeiro homem a pisar na Lua em 20 de julho de 1969 dizendo a célebre frase "Este é um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade".
Armstrong e 'Buzz' Aldrin, que desceu em seguida, teriam caminhado no nosso satélite natural por duas horas antes de retornarem com segurança à Terra em mais quatro dias de viagem cumprindo a promessa do então presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, que em 1962, disse que os Estados Unidos mandariam uma missão tripulada com segurança à Lua antes do final da década. Esta estória é muito bonita, repleta de heroísmo e superação. Mas, a verdade pode estar bem longe do que realmente aconteceu nessa missão em julho de 1969.
Para que possamos tirar a nossa própria conclusão sobre este grandioso fato histórico, iremos analisar várias fotos que teriam sido tiradas nas missões Apollo. E antes que alguém diga que estou fraudando as fotos deste site, estou colocando um link em cada foto para a sua original, diretamente no site da NASA, nos Estados Unidos. Portanto, basta clicar sobre cada foto para abrir a foto original da NASA ampliada no vídeo.
Você terá a oportunidade de ver uma série de indícios de que tudo que existe sobre a ida do homem à Lua pode não passar de uma grande fraude muito bem arquitetada, porém, repleta de erros, o que poderá levar várias pessoas a se perguntarem em como puderam ter sido tão ingênuas aceitando a versão oficial divulgada em todos os meios de comunicação sem contestar os fatos por tantos e tantos anos.
Vamos começar, então, uma viagem no tempo para que cada um de nós tire sua própria conclusão se a viagem do homem à Lua foi ou não A Fraude do Século, que originou o nome deste site.
Evitando qualquer processo judicial que poderia ocorrer contra a minha pessoa, declaro, desde já, que o conteúdo deste site pode não corresponder à realidade e expressa apenas as minhas idéias a respeito do assunto, idéias estas publicadas aqui preservando e colocando em uso o meu direito de liberdade de expressão garantido pelos artigos 5o e 200o da Constituição Brasileira.
Começaremos as análises pela foto da porta de entrada da Missão da Nave Apollo 11 existente no site da NASA. Note que, já no inicio, os indícios de fraude borbulham. Esta é a foto de abertura da página e é a foto na qual encontrei o maior número de direções de sombras até o momento em que estou escrevendo estas linhas. Tem sombras pra todo lado! Para ficar mais fácil de visualizar as direções das sombras, desenhei uma seta vermelha para cada direção de sombra encontrada. Note que existem, no mínimo, 4 direções diferentes de sombras, num local onde a única fonte de luz é o Sol e todas as sombras deveriam ser paralelas. Todas as sombras deveriam estar na mesma direção. E não há desculpas de terem tirado a foto com ausência de luz solar (noite, na Lua) e terem recorrido ao uso de uma iluminação artificial. Pois, repare a incidência de luz solar, de cima para baixo, diretamente no Módulo Lunar Eagle que se encontra ao fundo, no lado esquerdo da foto a seguir.

Mídia Illuminati

Padrão Globo no Jornal da Globo

Alguns aspectos do tipo de divisão editorial aplicado pela TV Globo têm ficado mais claros nos últimos tempos: o Bom Dia Brasil é o jornal das variedades, hora de limpar a cabeça. O Jornal Hoje completa o serviço. Mais tarde, depois da convulsão de novelas, vem o Jornal Nacional, que faz a sua parte esvaziando os fatos, diluindo-os uns nos outros. Por fim, O Jornal da Globo parece uma espécie de espaço editorial da Rede Globo. É sobre este último o post de hoje.
Telejornal que me parece o melhor acabado tecnicamente da TV Globo, com algumas boas matérias culturais e coberturas um pouco mais profundas e muito mais analíticas que os demais, o JG historicamente é o mais conservador da vênus platinada. E essa característica vem se agravando, em especial à medida em que iniciativas de esquerda voltam a impor-se como questões para debate.
Na edição da última terça-feira (09/02), por exemplo, dois assuntos em relação aos quais o Jornal da Globo costuma dar muita atenção foram abordados: a questão agrária brasileira e o presidente venezuelano Hugo Chávez. O jornal, é claro, teve o posicionamento costumeiro: “a questão agrária”, para eles, é o problema da “insegurança no campo” que atinge os pobres grandes latifundiários, e o presidente da Venezuela é um ditador maluco que a toda hora aparece com “a última de Hugo Chávez”.
Aí vem a criminalização constante, virulenta e manipuladora dos movimentos sociais e a serie de ironias e deboches contra Chávez, incluindo o desrespeito indireto pelo povo que o elegeu e o reelegeu e o apóia. A “crítica” a Chávez e aos movimentos sociais – e a forma absolutamente desrespeitosa e anti-democrática como essa crítica é feita – são apenas um pequeno pedaço da podridão que chega a cheirar pela TV a cada edição do jornal apresentado por Cristiane Pelajo e William Waack e co-habitado por Arnaldo Jabor, editorialista não-oficial da Rede Globo.
O Jornal da Globo é tecnicamente excelente, tem boas matérias culturais – incluindo um ótimo colunista, Nelson Motta – e costuma escolher suas pautas com precisão, destacando assuntos realmente interessantes e os abordando com uma certa profundidade e viés analítico. Acontece que faz tudo isso para torcer e retorcer com mais precisão o real significado desses fatos dos quais trata. Reflete ali as posições que a Rede Globo apenas sugere em seus outros telejornais. O JG fecha o ciclo, escondendo a verdade atrás de textos debochados e que desrespeitam os atores sociais e a inteligência do telespectador.

Globo