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quarta-feira, 7 de março de 2012

Você acredita que o homem foi à Lua?

Veja, agora, que interessante! Esta próxima foto não é da Missão Apollo 11. E sim da Apollo 17, que ocorreu três anos depois. Veja que parece que a NASA percebeu o vacilo de ter deixado os pés do Módulo Lunar colocados suavemente sobre o chão e resolveram tentar corrigir a falha, desta vez, afundando o pé do Módulo Lunar para que a foto se aproxime mais da realidade.

Na 6a expedição, o pé do Módulo Lunar aparece como deveria ser: afundado no solo da Lua.

Um visitante do site A Fraude do Século, que se identifica como KTF, um engenheiro que fez doutorado na área de Ciências Aeroespaciais na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, com vários professores e engenheiros que participaram do projeto Apollo da NASA, que teve a oportunidade de conhecer pessoalmente Neil Armstrong, nos brinda com um depoimento muito instigante! Ele diz que "no caso das pegadas e das marcas dos suportes do módulo lunar, se uma pegada feita por um astronauta pode fazer a marca indicada nas fotos, imagine a 'marca' que os suportes do módulo fariam no solo lunar. Não se observam estas marcas! O sistema de propulsão para frear o módulo teria feito uma enorme marca no solo devido à força dos gases (princípio da ação e reação). Como você observou, essas marcas não existem. Em segundo lugar, o 'piloto automático' não funcionou, segundo o relato de um professor que ajudou no projeto. O Filtro de Kalman teve que ser desativado por falta de ruído, e Neil assumiu o comando manual causando um grande impacto no pouso. Onde estão as marcas do impacto?" Segundo KTF, muitos norte-americanos acreditam piamente que o módulo pousou na Lua embora hajam alguns aspectos técnicos inexplicáveis. Segundo ele, que não acredita na versão oficial da NASA, a viagem à Lua provavelmente aconteceu, mas não o pouso no solo Lunar! KTF ainda diz que "Outro ponto, como você observou, é o tamanho do módulo lunar que não é consistente com o sistema de propulsão necessário para colocar os astronautas de volta em órbita lunar. Há muitos outros itens que podem ser contestados. Mesmo sendo um tecnocrata profundo conhecedor de muitos detalhes técnicos, não acredito ainda que o homem tenha tocado o solo lunar e retornado." Com certeza, KTF nos deu uma grande contribuição para que caminhemos rumo à verdade.
Parece que o filme A Fantástica Viagem, de 1966, que mostrava uma aventura dentro do corpo humano, inspirou a NASA a criar um filme de outra fantástica viagem três anos depois: A Fantástica Viagem do Homem à Lua. Analisando todos esses fatos, poderíamos até mudar a categoria do filme A Fantástica Viagem do Homem à Lua. Não o encontraríamos na seção de filmes de ficção científica ou aventura. Mas, poderíamos encontrá-lo juntamente com os capítulos da série Acredite Se Quiser!
Meu intuito em criar o site A Fraude do Século e escrever o livro de mesmo nome é mostrar a todos as dúvidas que pairam quanto às viagens do homem à Lua, destacando as incoerências das fotos e dados, levantando os indícios da possível não ida do homem à Lua bem como as contestações a esses indícios para que a verdade venha à tona.

Você acredita que o homem foi à Lua?

Veja, na primeira foto abaixo, como parece que até ajuntaram um montinho de terra antes de colocarem esse pé do módulo lunar onde ele se encontra. Agora, veja bem a segunda foto abaixo. Preste bastante atenção no formato do solo. Verifique que a terra está um pouco solta apenas ao redor do pé do Módulo Lunar parecendo que alguém trouxe esse montinho de terra de outro lugar possivelmente apenas para que este pé do módulo lunar não ficasse suspenso no ar e para que tudo ficasse bem arrumadinho na foto! Nesta Lua da NASA!... Nesta Lua dos Estados Unidos.
   
Indícios do Módulo Lunar não ter pousado na Lua.

Preste muita atenção, agora, nos pés do módulo e no chão que está bem embaixo da parte central do Módulo Lunar. Não há sinal algum de que o módulo tenha vindo do espaço, com propulsores potentes que provavelmente teriam feito grandes marcas embaixo do módulo. Do jeito que está na foto, até parece que o módulo foi colocado delicadamente nesse lugar.

Módulo Lunar da Missão Apollo 11. Você crê que isso voa?
Você crê que aí dentro há combustível suficiente para alimentar um propulsor capaz de colocar este módulo em órbita?

Abaixo, mais uma foto do Módulo Lunar, tirada mais de perto, facilitando a nossa visualização da existência ou não de grandes marcas no solo abaixo do propulsor.

Ausência de grandes marcas no solo abaixo do Módulo Lunar.

Em seguida, outra foto do Módulo Lunar, sem indícios visíveis da utilização de um propulsor. Além disso, a foto foi batida contra o Sol. Tente fazer isso aqui na Terra e veja se a foto sairá queimada ou não. Na Lua, a foto se queimaria mais facilmente ainda, tendo em vista que lá não há atmosfera. Na Lua, a luz solar incidiria com maior rigor e queimaria a foto.

Foto batida contra o Sol sem queimar o negativo.
Chão sem indícios de utilização do propulsor na hora do pouso.

Abra a foto acima e note também que há uma espécie de cartaz muito nítido colado ao Módulo Lunar com os dizeres "UNITED STATES". Batendo uma foto como esta, contra o sol, nunca seria possível conseguir enxergar tais dizeres! Tente fazer isso aqui na Terra e veja como a fotografia sairia queimada. Portanto, tudo indica que a foto acima trata-se de uma montagem muito mal elaborada com a assinatura mor dos "UNITED STATES".
E então? Está gostando das paisagens das fotos? É... realmente essas paisagens, tal como as paisagens do Deserto de Nevada, nos Estados Unidos, não é das melhores.

Você acredita que o homem foi à Lua?

Mais uma foto intrigante é esta abaixo, da bandeira dos Estados Unidos tremulando na Lua, num local onde não há atmosfera. E se não há atmosfera, não há vento! Como ela poderia tremular?

Buzz Aldrin junto à bandeira dos EUA tremulando na Lua, onde não existe vento.

A bandeira da foto acima não estaria recebendo um vento tão intenso a ponto de ficar esticada da forma mostrada. Note que, na parte superior da bandeira, há uma haste para mantê-la sempre esticada. Mas, como explicar que, mesmo nos filmes gravados na época, são exibidas imagens da bandeira tremulando? Segundo a NASA, devido à pouca gravidade existente na Lua e ao fato dos astronautas terem acabado de tocar na bandeira, ela teria ficado tremulando sozinha ainda por algum tempo.
 Veja também a quantidade de pegadas no solo "lunar". Porém, encontramos outro problema: normalmente, para que se forme a marca de uma pegada, teria que haver umidade no ar. Na Lua não tem ar! Muito menos umidade! Levando-se também em consideração a pouca gravidade da Lua para manter a poeira abaixada, seria praticamente impossível que se formassem pegadas tão bem definidas como estas abaixo, encontradas em milhares de outras fotos tiradas "na Lua". Uma pegada, na Lua, poderia se desmanchar assim que a bota do astronauta levantasse do chão, tal como acontece no fundo do mar, onde há umidade aos extremos.


Quer ver algumas pegadas mais de perto? Clique nas fotos abaixo para vê-las ampliadas.
       
Fotos de pegadas, que dificilmente se formariam na Lua, devido à ausência de umidade.

É ridículo e absurdo termos acreditado na ida do homem à Lua por tantos anos, por tantas décadas, sem questionarmos os detalhes dos acontecimentos.

Veja mais esta foto, cheia de penumbras, sombras em múltiplas direções, diversas pegadas e preste uma atenção especial na base do módulo lunar. Veja como parece que o módulo foi colocado delicadamente ali. Amplie a foto abaixo e note como são profundas as pegadas do astronauta na superfície lunar enquanto o pé do módulo lunar se mostra perfeito sobre a superfície, sem afundar. Nem parece que esse pé foi um dos responsáveis pela sustentação, durante uma queda, de um módulo de tantas toneladas.

Foto com penumbras, sombras em múltiplas direções, pegadas inconsistentes,
ausência de marcas profundas do pé do Módulo Lunar e
solo aparentemente molhado num local onde não existe água.

Não deixe de verificar também, na foto acima, como parece haver uma divisão no solo: a parte inferior da foto, cheia de pegadas, se assemelha muito a solos úmidos, mais fáceis de contraírem marcas de pegadas; enquanto a parte do solo ao fundo possui a aparência seca, praticamente sem pegadas.

Você acredita que o homem foi à Lua?

       
Indício de fraude: Aparentemente, trata-se de duas montagens feitas por pessoas diferentes.
A primeira foto mostra o tamanho da Terra mais próximo do real.
A segunda foto mostra o tamanho da Terra vista da Lua menor que o tamanho da Lua vista da Terra.


Se você não se contentou com o tamanho do planeta Terra visto da Lua nas fotos acima, tiradas durante a Missão Apollo 11, veja estas outras fotos abaixo com esses ridículos tamanhos da Terra, tiradas em 1972, na suposta expedição à Lua com a nave Apollo 17. Será que a NASA teria cometido a tolice de enviar os astronautas à Lua exatamente na época em que a Lua estaria mais distante da Terra, gastando mais combustível e criando mais problemas para o sucesso da viagem?
       
Desproporções no tamanho do planeta Terra, visto da Lua.

De acordo com a própria NASA, podemos verificar que a distância média da Terra pra Lua é de 384.400 km podendo variar de 363.300 a 405.500 km.
Portanto, mesmo se a viagem tivesse sido feita exatamente no momento em que a Lua estivesse mais distante da Terra, tal diferença não justificaria tanta disparidade no tamanho da Terra nas fotos acima.

Veja, abaixo, mais duas fotos que mostram sombras em mais de uma direção. Mais um detalhe: o que são as luzes existentes no canto superior esquerdo destas fotos? A NASA afirma que não se trata de iluminação artificial, tratando-se de um brilho que bate nas lentes da câmera fotográfica sendo refletido no fundo do interior da câmera, causando este "defeito visual" no filme, também encontrado em diversas outras fotos.
       
Edwin Aldrin ao lado de uma experiência do Vento Solar.
As sombras deveriam estar paralelas nas fotos, mas não estão.



Agora, note, nas fotos acima, como são perfeitas as definições das penumbras na roupa do astronauta Edwin Aldrin sendo que, na Lua, isso não deveria existir devido à ausência de partículas de atmosfera na Lua. As sombras na Lua deveriam ser totalmente pretas e não deveriam existir penumbras na Lua tendo em vista que não há gás algum sobre a superfície lunar, nem mesmo oxigênio. Penumbras como estas, perfeitamente visíveis na roupa de Aldrin, seriam impossíveis de existirem na Lua porque na Lua não há atmosfera. E são os gases existentes na atmosfera os responsáveis pelas penumbras no nosso planeta.
Quando digo que não há atmosfera na Lua, não sou apenas eu quem estou dizendo. É também a própria NASA! Segundo ela, não há atmosfera na Lua porque a gravidade lá é muito baixa. A gravidade na Lua é tão pequena que não consegue sequer reter os gases que costumam se formar em volta de um corpo celeste. Para comprovar que a própria NASA diz que não há atmosfera na Lua, basta acessar o site e ler o conteúdo do subtítulo The Airless Moon (A Lua sem Atmosfera). Assim, você também verá que a gravidade na Lua é seis vezes menor que a gravidade na Terra. E... relembrando... Se não há atmosfera, não há oxigênio, não há penumbra.
Esta, abaixo, é uma foto famosa, com boas penumbras:

Foto com penumbras que não deveriam existir na Lua.

Veja mais uma foto com penumbras extremamente acentuadas:

Buzz Aldrin não seria visível, na Lua, estando no meio de uma sombra.

 Só tem um problema: Edwin Aldrin está bem no meio da sombra do Módulo Lunar. Ou seja, seria para tudo ali estar completamente escuro, totalmente preto, devido à ausência das partículas de oxigênio e outros gases que não estão presentes no vácuo. Aldrin não deveria estar visível nesta foto.

Você acredita que o homem foi à Lua?


Como é possível construir um império baseado em mentiras.

Começarei e terminarei este texto com a mesma pergunta acima. Após ter acesso aos diversos indícios de fraude que abordaremos aqui, será muito difícil que uma pessoa continue acreditando na versão oficial que relata a viagem do homem à Lua.
Quando vemos alguém dizendo que não acredita que o homem tenha ido à Lua, nossa primeira reação é a de rejeição, de menosprezo a alguém tão alienado que não acredita em coisa alguma que comprove tal proeza científica; não acredita nos relatos históricos, nos vídeos que foram filmados nem nas milhares de fotos comprovando tal acontecimento histórico que acabou mudando os rumos da humanidade.
Mas, após conhecer os diversos indícios de fraude coletados por diversos pesquisadores ao longo de 4 décadas, o sentimento que você poderá ter será o de ter feito papel de palhaço, de ter sido feito de trouxa juntamente com o restante da humanidade, que acredita em tudo que aparece na televisão sem contestar o que está sendo mostrado e o que é dito.
De acordo com a versão oficial, em horário mundial UTC, às 13 horas e 32 minutos de 16 de julho de 1969, os astronautas Neil Armstrong, Edwin 'Buzz' Aldrin e Michael Collins partiram na ponta do foguete Saturno V, de Cabo Canaveral na Flórida, Estados Unidos, tripulando a nave Apollo 11 composta pelo Módulo de Comando Columbia e pelo Módulo Lunar Eagle na presença de centenas de milhares de pessoas que, pelas estradas e campos ao redor do Centro Espacial Kennedy, assistiam ao lançamento do foguete.
A Missão Apollo 11 foi a quinta missão tripulada do Programa Apollo da NASA e teria sido a primeira a pousar na Lua. Após quatro dias de expedição, sob o olhar de milhões de telespectadores em todo o mundo, o Módulo Lunar teria tocado a superfície lunar e Neil Armstrong teria sido o primeiro homem a pisar na Lua em 20 de julho de 1969 dizendo a célebre frase "Este é um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade".
Armstrong e 'Buzz' Aldrin, que desceu em seguida, teriam caminhado no nosso satélite natural por duas horas antes de retornarem com segurança à Terra em mais quatro dias de viagem cumprindo a promessa do então presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, que em 1962, disse que os Estados Unidos mandariam uma missão tripulada com segurança à Lua antes do final da década. Esta estória é muito bonita, repleta de heroísmo e superação. Mas, a verdade pode estar bem longe do que realmente aconteceu nessa missão em julho de 1969.
Para que possamos tirar a nossa própria conclusão sobre este grandioso fato histórico, iremos analisar várias fotos que teriam sido tiradas nas missões Apollo. E antes que alguém diga que estou fraudando as fotos deste site, estou colocando um link em cada foto para a sua original, diretamente no site da NASA, nos Estados Unidos. Portanto, basta clicar sobre cada foto para abrir a foto original da NASA ampliada no vídeo.
Você terá a oportunidade de ver uma série de indícios de que tudo que existe sobre a ida do homem à Lua pode não passar de uma grande fraude muito bem arquitetada, porém, repleta de erros, o que poderá levar várias pessoas a se perguntarem em como puderam ter sido tão ingênuas aceitando a versão oficial divulgada em todos os meios de comunicação sem contestar os fatos por tantos e tantos anos.
Vamos começar, então, uma viagem no tempo para que cada um de nós tire sua própria conclusão se a viagem do homem à Lua foi ou não A Fraude do Século, que originou o nome deste site.
Evitando qualquer processo judicial que poderia ocorrer contra a minha pessoa, declaro, desde já, que o conteúdo deste site pode não corresponder à realidade e expressa apenas as minhas idéias a respeito do assunto, idéias estas publicadas aqui preservando e colocando em uso o meu direito de liberdade de expressão garantido pelos artigos 5o e 200o da Constituição Brasileira.
Começaremos as análises pela foto da porta de entrada da Missão da Nave Apollo 11 existente no site da NASA. Note que, já no inicio, os indícios de fraude borbulham. Esta é a foto de abertura da página e é a foto na qual encontrei o maior número de direções de sombras até o momento em que estou escrevendo estas linhas. Tem sombras pra todo lado! Para ficar mais fácil de visualizar as direções das sombras, desenhei uma seta vermelha para cada direção de sombra encontrada. Note que existem, no mínimo, 4 direções diferentes de sombras, num local onde a única fonte de luz é o Sol e todas as sombras deveriam ser paralelas. Todas as sombras deveriam estar na mesma direção. E não há desculpas de terem tirado a foto com ausência de luz solar (noite, na Lua) e terem recorrido ao uso de uma iluminação artificial. Pois, repare a incidência de luz solar, de cima para baixo, diretamente no Módulo Lunar Eagle que se encontra ao fundo, no lado esquerdo da foto a seguir.

Teoria conspiratória envolvendo UFOs e extraterrestres

Teoria conspiratória do final do século XX e início do século XXI permitiu a adição de muitas ideias que, no passado, poderiam ter sido pensadas como ficção científica. Seres Extraterrestres (quer os "Reptilianos" ou "Greys", ou ambos) foram incluídas na conspiração da Nova Ordem Mundial, em papéis mais ou menos dominante, como na teoria avançada por David Icke. O tema comum em tais teorias é que os extraterrestres têm estado entre nós durante décadas, séculos ou milênios, mas um governo mundial encobre os fatos e tem protegido o público de tal conhecimento. A raça alienígena tem planos de dominar a Terra através de uma manipulação dos acontecimentos históricos e figuras ilustres. Em algumas teorias, alienígenas invasores tomaram forma humana e circulam livremente em toda a sociedade humana, mesmo ao ponto de assumir o controle de posições de comando. Uma agência governamental disfarçada sob o nome de código Majestic 12 (ou “Homens de Preto”) é muitas vezes citado como sendo o governo sombra, que colabora com a invasão alienígena. O aparecimento deste tipo de teoria conspiratória coincide com a era da desconfiança generalizada dos governos e da crença na hipótese de existência de vida extraterrestre para explicar os OVNIS (objeto voador não identificado).

Teoria da "Megacorporação"

Muitos teóricos de conspiração de esquerda argumentam que a última consequência da convergência do tecnocapitalismo, do neoliberalismo e da globalização será a ascensão de megacorporações - corporações multinacionais que são enormes conglomerados, de exploração monopolista ou quase-monopólio sobre controle de vários mercados (apresentando, assim, um monopólio horizontal tanto verticais). Megacorporações seriam tão poderosas que poderiam ignorar a lei, possuir os seus próprios exércitos privados fortemente armados (muitas vezes de dimensão militar) , esperar um território 'soberano' e, possivelmente, até mesmo atuar como definitivos governos. Eles, muitas vezes exerceriam um grande grau de controle sobre os seus colaboradores, tendo a ideia de "cultura corporativa" para um extremo. Megacorporações iriam exercer uma manipulação da procura dos consumidores tão potente que tem um efeito coercivo, no montante de partida de um capitalismo de livre mercado, e tem um efeito negativo de pacificar a sociedade mundial em geral para reprimir o desejo de mudança social.

Teoria do "Quarto Reich"

Jim Marrs argumenta que alguns membros sobreviventes do Terceiro Reich da Alemanha Nazi juntamente com simpatizantes dos Estados Unidos e noutros países, deram refúgio seguro a organizações como ODESSA e Die Spinne, que têm vindo a trabalhar nos bastidores desde o final da II Guerra Mundial, pelo menos, a promulgar alguns dos princípios do nazismo (por exemplo, militarismo, o fascismo, o imperialismo, difundido a espionagem sobre cidadãos, empresas e da utilização de propaganda para controlar os interesses nacionais e ideias) na cultura, no governo e em empresas em todo o mundo, mas principalmente nos Estados Unidos. Ele cita como exemplo a aquisição e a criação de conglomerados pelos nazistas e seus simpatizantes após a guerra, na Europa e nos EUA. Isto é visto como o primeiro passo para o plano mestre dos neonazistas para estabelecer progressivamente o "Western Imperium" ( “Império Ocidental”) ou o Quarto Reich, um império pan-ariano mundial abrangendo terras com laços arianos proeminentes (Europa, a Rússia, a América Anglo-Saxônica, Austrália, Nova Zelândia e Sul da América do Sul), que permitiria que o Ocidente ganhasse o "choque de civilizações".

Teorias Anti-maçônicas que centram-se na frase "Novus Ordo Seclorum"

Teóricos de Conspiração acreditam que os maçons têm conexão com a Nova Ordem Mundial, principalmente porque seus membros se referem a si próprios como ‘Iluminados’. Outros já até acusaram o grupo de uma organização oculta. Rumores como estes provavelmente surgem devido à natureza secreta da sociedade. A frase Novus ordo seclorum, que figura no verso do Grande selo dos Estados Unidos da América e na parte de trás da nota de um dólar americano desde 1935, significa "Nova Ordem das Idades", mas é, por vezes, impropriamente traduzida como "Nova Ordem Mundial " ou " Nova Ordem Secular. "  Anti-Maçons que acreditam que os maçons estão envolvidos na conspiração para criar um ordem mundial, alegam que o lema é inspirado pela maçonaria, e note que um determinado Maçom (Benjamin Franklin) e um possível Maçom (Francis Hopkinson) estiveram envolvidos na concepção do selo. Alguns afirmam que o lema é uma pista para os verdadeiros donos do mundo. Teóricos conspiracionistas reivindicam que alguns dos Pais Fundadores dos Estados Unidos, tais como George Washington e Benjamin Franklin, entrelaçaram o simbolismo maçônico à sociedade americana, especialmente no Grande Selo dos EUA, na nota de um dólar, na arquitetura de marcos da Alameda Nacional, e nas ruas e rodovias de Washington, DC, a fim de comemorar seu planeamento de um governo em conformidade com a vontade do Grande Arquiteto do Universo, a quem eles acreditam ter encarregado os Estados Unidos com o eventual estabelecimento de um hermético "Reino de Deus na Terra" 
Defensores da teoria conspiratória também afirmam que imagens no Grande selo dos Estados Unidos da América são maçônicas, tais como a águia (representando uma Fênix que alegam ser um símbolo maçônico), bem como diversos elementos do Selo aparecendo em séries de 13, que afirmam significa algo para pedreiros. Estes incluem os 13 passos que sobem a pirâmide, os 72 blocos visíveis na parte dianteira, a águia que segura um ramo de oliveira com 13 azeitonas e 13 folhas em uma garra, e 13 flechas na outra, e 13 estrelas acima da águia. Defensores frequentemente apontam que, se você circunscrever seis linhas irregulares elas apontaram um hexagrama, (muitas vezes descrita pelos defensores como uma Estrela de Davi – símbolo do judaismo), sobre a pirâmide no Selo, cinco dos seis vértices (o sexto será o “Olho que tudo vê”) , apontam perto das letras SMONA, que podem ser reorganizadas para soletrar Mason; pedreiro (ou a palavra hebraica “omã", o que significa artesão ou operário qualificado, portanto, uma outra possível referência à Maçonaria).
Os Maçons refutam muitas dessas alegações de conspiração maçônicas. Afirmam que a Maçonaria, que promove racionalismo, coloca nenhum poder em símbolos próprios. Não é uma parte de a Maçonaria ver o desenho de símbolos, não importa o qual, como um ato de consolidação ou controle do poder. Além disso, não há informações publicadas maçônicas que institui a adesão dos homens responsáveis pela concepção do Grande Selo ou o plano na Rua de Washington, DC Em termos mais gerais, maçons afirmam que uma longa regra dentro maçonaria regular, é uma proibição sobre a discussão de política em Lojas Maçônicas. A Maçonaria não tem nenhuma política, mas ensina seus membros a serem cidadãos ativos. A acusação que a maçonaria tem uma agenda escondida para estabelecer um governo maçônico ignora vários fatos. Embora concordando, que em certas Grandes Lojas Maçônicas, os muitos independentes e soberanos agem como tal, e não concordam em muitos outros pontos de fé e prática. Além disso, como pode ser visto a partir de um levantamento dos maçons que foram grandes homens, tomem crenças individuais maçonicas que abrangem ao espectro da política. O termo “governo maçônico” não tem sentido uma vez que cada maçon possui muitas opiniões diferentes sobre o que constitui um bom governo, e a Maçonaria como um organismo não tem qualquer opinião sobre o tema. Em última análise, maçons alegam que, mesmo se fosse comprovado que indivíduos influentes têm utilizado e estão usando lojas maçônicas para empenhar-se na política de criptografia, como foi o caso da Propaganda Due, isso representaria um cooptação da Maçonaria, em vez de provas da sua agenda oculta.

Teorias envolvendo "Os Protocolos dos Sábios de Sião"

Os Protocolos dos Sábios de Sião são um documento, publicado em 1903, alegando uma conspiração judaico-maçônica para alcançar a dominação mundial. Responsável pela alimentação de teorias antimaçônicas do século XX, Os Protocolos propagaram a ideia de que um grupo influente de pessoas, a qual tem como braço um a Maçonaria que pratica cabala judaica, está conspirando governar o mundo em nome de todos os judeus, porque eles acreditam ser o povo escolhido de Deus.[40]
Os Protocolos é amplamente considerado como influente no desenvolvimento de outras teorias conspiratórias e reaparece várias vezes na literatura de conspiração contemporânea. Por exemplo, os autores do controverso livro The Holy Blood and the Holy Grail de 1982, concluiram que Os Protocolos é o elemento mais persuasivo de prova para a existência das atividades do Priorado de Sião. Eles especularam que esta sociedade secreta esta trabalhando nos bastidores para estabelecer um teocrático "Estados Unidos da Europa" (país política e religiosamente unificado através do culto imperial de um rei sagrado Merovingio, que ocuparia o trono tanto da Europa e da Santa Sé), que irá tornar-se a hiperpotência do século XXI.

Teoria Apocalíptica cristã baseada no Livro do Apocalipse

Alguns teólogos cristãos evangélicos fundamentalistas incluem um elemento religioso baseado em profecias da Bíblia, incluindo, mas não se limitando a, o livro do Apocalipse, o Livro de Daniel e do Evangelho de João, sobre a vinda do Anti-Cristo à implementação da Nova Ordem Mundial, assim como a subsequente batalha do Armagedom e a Segunda vinda de Cristo. Afirmam que os agentes de Satanás estão envolvidos em enganar a humanidade a aceitar uma ordem internacional demoníaca que Satanás e a Trindade Irreligiosa ( que representa Satanás, anticristo, e o falso profeta na escatologia cristã), no centro de culto. Estas crenças incluem muitas vezes o Milenarismo explícito. Os Illuminati apregoam a iminência da vinda do Anti-Cristo e o fim do mundo.
Para os fundamentalistas cristãos tanto o Antigo como o Novo Testamento advertem que o ponto culminante da história seria marcado pela reunião das nações do antigo Império Romano na Europa; a restauração do estado de Israel (e a crescente hostilidade de todas as nações dirigida a ele); a implementação de um sistema governamental mundial-único; a imposição de um sistema monetário mundial sem dinheiro; o desenvolvimento de uma religião mundial sincretística, baseada no homem, e presidida por um falso profeta; a ascensão ao poder de um ditador mundial benigno, que (uma vez firmemente no controle eliminaria as liberdades individuais, demonstraria ferocidade e crueldade ferrenhas, e faria de si mesmo objeto de adoração); e a apostasia mundial, juntamente com a perseguição e execução ativa de cristãos fiéis.
Outras ideologias, entretanto, não têm um componente religioso, e vêem o conceito de "serviço Satanás" metaforicamente. Os cristãos preteristas e os críticos argumentam que algumas ou todas as profecias bíblicas relativas ao Juízo Final referem literalmente ou metaforicamente para eventos que já aconteceram no primeiro século depois de Jesus nascer. Em sua opinião, o conceito da "hora final" refere-se ao fim da aliança entre Deus e Israel, e não o fim dos tempos, ou o fim do planeta Terra. Eles argumentam que profecias sobre o Arrebatamento, a contaminação do Templo, a destruição de Jerusalém, o Anticristo, a tribulação, a Segunda vinda de Cristo, e a Última Sentença foram cumpridas no momento ou durante o ano 70 quando os romanos (e futuro imperador) Tito saquearam Jerusalém e destruíram o templo judaico, colocando um fim permanente aos sacrifícios de animais diários. De acordo com esses críticos, muitas passagens do Novo Testamento indicam aparente com certeza que a segunda vinda de Cristo, e ao final do tempo previsto na Bíblia deviam ter lugar no seio da vida dos discípulos de Jesus: Mat. 10:23, Mat. 16:28, Mat. 24:34, Mat. 26:64, Rom. 13:11-12, 1 Coríntios. 7:29-31, 1 Coríntios. 10:11, Fel.4:5, Tiago 5:8 -9, 1 Ped. 4:7, 1 Jo. 2:18.

Teoria “Conselho de Relações Exteriores”

Patrick J. Buchanan um Paleoconservativo afirma o Conselho de Relações Exteriores – Council on Foreign Relations (que alegava ser uma frente de banqueiros internacionais, bem como, alega-se, a inspiração para a fundação do Clube de Bilderberg, Comissão Trilateral, e Organização Mundial do Comércio) está por trás da conspiração. Ele alega que o interesse de bancos internacionais estão planejando para eventualmente subverter a independência dos Estados Unidos da América por subordinar a soberania nacional para as Nações Unidas. Esta tese concorda com o parecer da ala-direita libertária, A conspiração seria substituir uma economia de mercado livre a uma economia planificada monopolista capaz de racionamento de recursos, convertendo populações em propriedade pública. Isso inevitavelmente levaria ao coletivismo burocrático: o Estado controla os meios de produção e da repartição dos recursos, enquanto o excedente ("lucro") é distribuído entre uma classe dirigente de burocratas, e não entre a classe trabalhadora. Assim, o sistema não seria verdadeiramente capitalista, mas também não é socialista. A sua habitual imagem é de uma igualitária escravidão sob uma ditadura científica mundial.
A teoria Conselho de Relações Exteriores é a mais recente versão da conspiração, opinião teorizadora de que os anglo-americanos de 1900 no Estabelecimento conspiraram para ganhar dominação mundial. Os resultados da investigação do historiador Carroll Quigley, um perito sobre o estabelecimento, foram tomadas pelos escritores de direita para fundamentar este ponto de vista, apesar de ele negar que a Constituição era uma conspiração visando dominação mundial.
Os críticos argumentam o Council on Foreign Relations é, de fato, um mero fórum de debate político. Possui cerca de 3.000 membros, muitos dos planos secretos para ser mantida no seio do grupo. Todo o município faz é patrocinar grupos de discussão, debates e oradores. No que diz respeito de ser secreta, emite relatórios anuais e permite o acesso a seus arquivos históricos. Estudos históricos do município mostram que ela tem um papel muito diferente em toda a estrutura do poder de que é alegado pelos teóricos de conspiração. .

Teoria da “Nova Ordem Mundial Anti-semita”

Alice A. Bailey, uma teosofista, uma vez que formou seu próprio grupo, a Escola Misteriosa, em 1923, previu em 1940 a vitória dos aliados da Segunda Guerra Mundial sobre o Eixo e depois o estabelecimento pelos Aliados de uma "Nova Ordem Mundial "- considerado por ela (como por H.G. Wells) - como uma conspiração benevolente por políticos progressistas que traria a humanidade a um nível mais elevado de civilização. No entanto, em 1997, o Rabino Yonassan Gershom, em um artigo intitulado " Estereótipos Anti-semita nos Escritos de Alice Bailey ", assinalou que o " Plano para a Nova Ordem Mundial " de Bailey apelou " a progressiva dissolução - se novamente, de qualquer maneira possível – da fé dos judeus ortodoxos", que, segundo ele, indicou que "o seu objetivo é nada menos do que a destruição do judaísmo em si."

Teoria da "Comunidade de Deus"

Lionel Curtis escreveu em 1938 um livro chamado A Comunidade de Deus em que ele defendia que os Estados Unidos e o Império Britânico conjuntamente devem impor um governo mundial que seria apresentado como sendo a obra de Deus:
"Eu sinto que, quando uma vez que a igrejas protestantes tinham aprendido a respeito da criação de uma comunidade mundial como um todo-importante aspecto de seu trabalho na realização do Reino de Deus, uma comunidade internacional no mundo de língua Inglesa viria a ser, em algumas gerações. " 
Curtis fundou o Instituto Real de Assuntos Internacionais, em Junho de 1919. Um ano mais tarde a sua organização irmã, o Council on Foreign Relations, foi formado na América. Alguns teóricos conspiração encontram um significado sinistro no presente.

Teoria da “Nova Ordem Mundial Benevolente”

H.G. Wells aconselhou em 1940 no seu trabalho A Nova Ordem Mundial, que:

"… quando a luta parece estar definitivamente derivando para um mundo da social-democracia, não podem ainda ser muito grandes os atrasos e decepções antes de se tornarem um eficiente e beneficente sistema mundial. Inúmeras… pessoas vão odiar a nova ordem mundial e irão morrer … e protestar contra ela. Quando se tenta avaliar a sua promessa, não [se deve] ter em mente o perigo de uma geração ou mais de malcontentes, muitos deles de pessoas de aparência bastante animosas e graciosas. "
Ele uniu o esforço de organizar proeminentes intelectuais por trás da ideia de estabelecer um governo mundial, nos seus escritos, que seria de esperar para ter um papel instrumental, na "Conspiração Aberta" (benevolente), seu livro publicado sob esse nome, em 1928.
Teorias conspiratórias não negam necessariamente que existe um movimento bem-intencionados de cidadãos globais que apóia o estabelecimento de um sistema mundial federal para reforçar e democratizar as instituições globais, com a sessão do poder constitucional responsável perante os cidadãos do mundo e uma divisão da autoridade internacional entre distintas agências mundiais. No entanto, eles acreditam que este movimento tenha ou venha a ser cooptados pelos comunistas ou pela conspiração dos fascistas para criar uma nova ordem mundial totalitária.

Alegados sinais de uma conspiração

Proponentes da teoria oferecem diversas observações que eles consideram como sendo de apoio à teoria:


Teóricos da conspiração afirmam que existem símbolos judaico-maçônicos no Grande Selo dos EUA.

O 'Olho da Providência' flutuando acima de uma pirâmide inacabada no verso do Grande Selo dos Estados Unidos. Influência dos Illuminati?.

O Olho da Providência (Olho que tudo vê) suposto símbolo dos Illuminati na nota de um dólar.
Eles apontam para diversos sinais e símbolos maçônicos que se encontram embutidos nos murais no Aeroporto Internacional de Denver ou esculpidos em edifícios públicos (particularmente em Washington DC) ; símbolos supostamente dos Illuminati incorporados no Grande Selo dos Estados Unidos com as palavras “Novus Ordo Seclorum” que em latim significa "nova ordem dos séculos”, ou que foi impresso na nota de um dólar americano a partir de 1935 pelo secretário do Tesouro dos EUA, Henry Morgenthau Jr., sob demanda do então Secretário de Agricultura e futuro Vice-presidente dos Estados Unidos, Henry A. Wallace, sob a influência de Nicholas Roerich. Alguns veem pentagramas e outras formas supostamente ocultas concebidas no planejamentos de cidades
 Alegam que os sinais e os símbolos têm sido encontrados em , templos Mórmons da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, e sobre a roupa de vários clérigos. Os Cavaleiros de Colombo e da Ordem Soberana e Militar de Malta, como na Maçonaria, utilizam muitos desses rituais e símbolos complexos.
Os defensores desta teoria afirmam que algumas pessoas fazem parte da conspiração. A maioria das famílias proeminentes, tais como os Rothschild, os Rockefeller (a família de banqueiros que comandam o mundo), a família Bush, os Morgan, os Warburg e os Du Pont, monarcas europeus e da família real saudita, o Vaticano e os sionistas estão alegadamente entre os importantes membros. Alguns modernos papas e membros hierarquia da Igreja Católica Romana são também citados e estariam a desempenhar um papel e têm utilizado a expressão Nova Ordem Mundial, em seus discursos: João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II, e Bento XVI.
Os defensores desta teoria afirmam que muitas organizações internacionais como o Banco Mundial, o FMI, a União Europeia, as Nações Unidas e a OTAN são fundamentais para as organizações da NOM. Presidentes e primeiros-ministros de nações também estão incluídos na teoria. Uma versão alternativa da teoria da Nova Ordem Mundial afirma que essas famílias e as pessoas estão todas relacionadas à mesma linhagem de sangue.
Seguidores da teoria da NOM incluem os seguintes grupos suspeitos, de tentar criar uma nova ordem mundial, estes grupos são vistos como parte da frente organização (ões): Comissão Trilateral, Conferência Bilderberg, Council on Foreign Relations, Clube de Roma, Nações Unidas, Projeto para o Novo Século Americano, Federal Reserve Bank, Maçonaria, G8, Caveira e Ossos, Ordem de Malta, CIA.

Nova Ordem Mundial (teoria conspiratória)

  Para outros significados de Nova Ordem Mundial, ver Nova Ordem Mundial (desambiguação)
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A Nova Ordem Mundial (NOM) é uma teoria conspiratória, na qual um grupo poderoso e secreto está planejando dominar o mundo através de um governo mundial único. A Nova Ordem Mundial seria um plano com o objetivo de derrubar governos de todo o mundo, bem como erradicar em todo o mundo todas as religiões e crenças, para unificar a humanidade sob uma “nova ordem”, que seria baseada em uma ideologia extremamente uniforme, uma moeda única e uma religião universal.
Nesta teoria, ocorrências significativas são ditas que são causadas por um grupo extremamente poderoso e secreto ou de vários grupos interligados. Acontecimentos históricos e atuais são vistos como passos de um curso planejado para governar o mundo principalmente através de uma combinação de políticas financeiras, corrupção política, engenharia social, controle mental, e o medo à base da propaganda (cultura do medo).
Uma das variantes da moderna teoria conspiratória da Nova Ordem Mundial seria um plano concebido por Adam Weishaupt, fundador dos Illuminati, que segundo os teóricos ainda existe e continua a perseguir a implementação desta nova ordem. O chamado "processo de globalização" iniciado em finais do século XX a nível mundial, seria uma das muitas facetas do estabelecimento progressivo dessa nova ordem.
A teoria de Conspiração da Nova Ordem Mundial pode ser apresentada por qualquer pessoa ou grupo de pessoas que temem a perda da sua liberdade ideológica e liberdades religiosas, sejam eles da extrema-direita ou de extrema-esquerda, bem como por cristãos fundamentalistas, grupos de conservadores e liberais. Essa Teoria conspiratória do final do século XX e início do século XXI permitiu a fusão de muitas ideias que tem aberto a mente das pessoas sobre a natureza da conspiração da Nova Ordem Mundial e da identidade dos seus conspiradores que existem desde a antiguidade